sábado, 31 de dezembro de 2016

A LIMPEZA DOS NOSSOS VÍCIOS

 por LOUISE HAY
 
Se a questão é sermos viciados, porque não nos
viciarmos no AMOR por nós próprios?
 
Uma forma de encobrirmos os nossos medos são os vícios. Os vícios suprimem as emoções, deixamos de senti-las.

No entanto, há toda a espécie de vícios, além das drogas. Existe aquilo a que eu chamo os vícios padrão: padrões a que recorremos para evitar viver a nossa vida no presente.

Se não quisermos lidar com a situação que se apresenta a nós, se não quisermos estar onde estamos, arranjamos um padrão que nos isola dessa realidade. Para alguns é o vício da gula, para outros são as drogas.
 
 
Podemos cultivar o vício de fazer afirmações positivas ou de fazer coisas que contribuam para o nosso bem!

Pode ser que a pré-disposição para o alcoolismo seja genética, mas a opção de alimentar essa doença é sempre uma escolha individual. Frequentemente fala-se de problemas hereditários. Na verdade o que se passa é que a criança aceita o modo dos pais de enfrentarem o medo.

Outros sofrem de vícios emocionais. Uma pessoa pode ser viciada em encontrar defeitos nos outros. Aconteça o que acontecer, há de haver sempre alguém sobre quem jogar a culpa. "A culpa é deles, fizeram-me isto."

Pode haver quem tenha o vício de acumular contas. Há pessoas viciadas em dívidas: fazem tudo o que for preciso para estar endividados até os cabelos. E isto, normalmente, não tem nada a ver com o fato de se ter muito ou pouco dinheiro.

Também podemos ser viciados na rejeição. Onde quer que se vá, atraímos as pessoas que nos rejeitam. Temos um jeitinho especial para encontrá-las. Todavia, a rejeição vinda do exterior é um reflexo da nossa própria rejeição. Se não nos rejeitarmos, ninguém o fará, e se alguém o fizer, também pouco importa. Faça a si próprio a pergunta: "O que é que eu não aceito em mim?"

Há muitas pessoas viciadas na doença. Estão sempre com qualquer coisa ou então estão muito preocupadas com a próxima. Parecem membros do "Clube da Doença do Mês."
Se a questão é sermos viciados, porque não nos viciarmos no amor por nós próprios? Podemos cultivar o vício de fazer afirmações positivas ou de fazer coisas que contribuam para o nosso bem!

Louise Hay


Autor: Louise Hay / http://www.louisehay.com/
 
 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

AS SETE LEIS DA SINCRONICIDADE

Sete Leis da Sincronicidade - (Deepak Chopra)

"1. Meu espírito é um campo de possibilidades infinitas que conecta tudo o mais. Esta frase resume a totalidade do que estou expondo. Se você esquecer de tudo o mais, lembre-se apenas disso 

2. Meu diálogo interno reflete o meu poder interno. O diálogo interno das pessoas auto realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo. Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.

3. Minhas intenções têm poder infinito de organização. Se minha intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.

4. Relacionamentos são a coisa mais importante na minha vida. E alimentar os relacionamentos é tudo o que importa. As relações são kármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem nós amamos e menos daquelas que identificamos em quem odiamos.

5. Eu sei como atravessar turbulências emocionais. Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão. Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa. O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.

6. Eu abraço o feminino e o masculino em mim. Esta é a dança cósmica, acontecendo no meu próprio eu. A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.

7. Estou alerta para a conspirações das improbabilidades. Tudo o que me acontece de diferente na vida é kármico. É, portanto, um sinal de que posso aprender alguma coisa com aquela experiência. Em toda adversidade há a semente da oportunidade."

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

SOBRE A MORTE DE UM MÍSTICO

Texto de autoria do Osho sobre a ocasião da morte de Krishnamurti.
Essa consciência magna da sabedoria que encarnou entre nós por 90 anos, tinha a habilidade ígnea de desmontar todas as crenças, todas as fantasias sobre todos os temas do pensamento da humanidade... 
Por isso mesmo, era e ainda é mal compreendido e assimilado... Pois, a maioria prefere as fornadas de 'pizzas new age' à forja do Fogo do Discernimento...

Num dado momento do texto, ele diz que teria perdido a vida pois as pessoas o iam ouvir como entretenimento... sem falar da safra de supostos canalizadores dele que na atualidade brotam...
Essa Fonte, esse veio foi tão pleno na sua mensagem instrucional que daqui há 50 anos ainda será completamente atual e necessário...
Deixo aqui minha gratidão a essa Grande Alma... e abaixo segue o texto de Osho...
A morte do místico, Jiddu Krishnamurti, por Osho:
Jiddu Krishnamurti morreu segunda-feira passada, em Ojai, na califórnia. No passado você falou dele como um ser iluminado. Você poderia, por favor, comentar sobre a sua morte?
“a morte de um ser iluminado como J. Krishnamurti não é algo para se estar triste é algo a ser comemorado com músicas e danças. É um momento de regozijo.

Sua morte não é uma morte. Ele conhece a sua imortalidade. A sua morte é apenas a morte do corpo como organismo. Mas Jiddu Krishnamurti vai continuar a viver na consciência universal, para sempre e sempre.
Apenas três dias antes de Jiddu Krishnamurti ter morrido, um dos meus amigos estava com ele e me informou que as suas palavras para ele foram muito estranhas. Jiddu Krishnamurti estava muito triste e ele simplesmente disse uma coisa: "eu perdi a minha vida. As pessoas estavam me ouvindo como se eu fosse um entretenimento".
O místico é uma revolução, ele não é um entretenimento.
Se você o ouvir, se você o deixar, se você abrir as portas para ele, ele é puro fogo. Ele vai queimar tudo que é lixo em você, tudo que é velho em você, ele vai transformá-lo, purificá-lo em um novo ser humano. É arriscado permitir o fogo queimar seu ser, ao invés de abrir as portas, você imediatamente fecha todas as portas.
Mas entretenimento é outra coisa. Ele não transforma você. Ele não o torna mais consciente, ao contrário, ele ajuda você a ficar mais inconsciente por duas, três horas, para que você possa esquecer todos os seus medos, preocupações, ansiedades, de modo que você pode se perder no entretenimento. Você pode notar isso: como o ser humano vem passando através dos séculos, ele conseguiu criar mais e mais entretenimento, porque ele precisa cada vez mais estar inconsciente.
Ele tem medo de ser consciente, porque estar consciente significa passar por uma metamorfose, uma transmutação, uma transformação.
Eu fiquei mais chocado com a notícia do que com a morte. Um homem como Jiddu Krishnamurti morre e os jornais não têm espaço para se dedicar a esse homem que durante 90 anos continuamente veio ajudar a humanidade a ser mais inteligente, a ser mais madura. Ninguém trabalhou tão duro e por tanto tempo. Foi publicada apenas uma notícia pequena, imperceptível e se um político espirra ele faz manchetes."

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

MULHERES E ÁRVORES

Resultado de imagem para mulheres e arvores imagens“Toda árvore possui por baixo da terra uma versão primeva de si mesma. 

Por baixo da terra, a árvore venerável abriga "uma árvore oculta", feita de raízes vitais constantemente nutridas por águas invisíveis. A partir dessas radículas, a alma oculta da árvore empurra a energia para cima, para que sua natureza mais verdadeira, audaz e sábia viceje a céu aberto.

O mesmo acontece com a vida de uma mulher.
Como a árvore, não importa em que condições ela esteja acima da terra, exuberante ou sujeita a enorme esforço... por baixo da terra existe "uma mulher oculta" que cuida do estopim dourado, aquela energia brilhante, aquela fonte profunda que nunca será extinta. 

"A mulher oculta" está sempre procurando empurrar esse espírito essencial em busca da vida... para cima, para que atravesse o solo cego e consiga nutrir seu eu a céu aberto e o mundo ao seu alcance.

Seus períodos de expansão e reinvenção dependem desse ciclo.
Você já amou uma árvore? Se amou uma floresta ou uma árvore, sabe que existem árvores que, apesar de tudo o que tenha dado errado, conseguem enganar a todos — e sobrevivem para contar e ensinar sobre seu admirável retorno à vida. 

É mais uma vez o estopim dourado.”

A ciranda das mulheres sábias livro de Clarissa Pinkola Éstes

sábado, 10 de dezembro de 2016

MILHO DE PIPOCA QUE NÃO PASSA PELO FOGO....



Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre!

Assim acontece com a gente. 

As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. 

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. 

São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. 

Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. 

Mas, de repente, vem o fogo. 

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. 

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. 

Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. 

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! 

Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. 

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. 

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
 
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
 
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
 
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. 

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. 

São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. 

Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. 

A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. 

Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. 

Não vão dar alegria para ninguém.

Extraído do livro "O amor que acende a lua" de Rubem Alves

Bom seria se todos pudessem compartilhar o que serve para edificar!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

UMA NOVA CONSCIÊNCIA



A humanidade atual esta em crítica situação no que se refere a manutenção, desenvolvimento e qualidade de vida.

A população cresceu nas ultimas décadas, desenvolvimentos industrial e tecnológico, porém a concepção materialista,racional,mecanica e calculada dos sistemas sociais tem feito danos à consciência dita humana.

Guerras por ideologias, guerras por poderes, crianças e idosos sendo negligenciados em função de um crescimento econômico desenfreado. A mola propulsora de todos os sistemas que regem e organizam a sociedade é o fator econômico, o lucro, o capital. Assim sendo, outras áreas acabam em segundo plano ou de importância menor.

 A vida humana e a consciência estão em constante processo de transformação. Quando se esta diante de uma crise, como a atual, o estilo de existir no mundo, de interagir com as pessoas e a natureza precisam ser revistos e reestruturados de forma a preservar a espécie, bem como a manutenção do processo evolutivo.

 Nos dias de hoje existe uma parcela relativamente pequena que já vivencia o rompimento com antigos padrões e a emergência de uma nova consciência, consciência esta que percebe o todo, o subjetivo, em que o mundo exterior reflete o mundo interior, um mundo pacifico, amoroso, inclusivo e não separatista.

 A física quântica dos dias de hoje abre a perspectiva de infinitas possibilidades , do que esta além das quatro dimensões de Newton e Eistein.

Temos que pensar que todos os sistemas buscam o equilibrio e assim é a vida. Ainda que aparentemente estejamos vivendo o caos, o caminho é o equilibrio.

Muitas vezes é necessário o caos para a reorganização. Que todos os processos levam a auto-regulação, ao equilibrio e a evolução.

Na nossa sociedade o conhecimento racional e tecnológico prevalece sobre a sabedoria intuitiva: a ciência sobre a religião, a competição sobre a cooperação; a exploração da natureza no lugar da conservação. 

O desafio esta em aliar o científico e tecnológico à expansão de consciência do ser humano referente as dimensões pessoais e transpessoais de sua existência e a seu papel como cidadão planetário.

Direcionar a atenção ao Ser e não somente ao Fazer e Ter que são as tônicas adotadas hoje em dia.

 É necessário ver além do pessoal, além do ego, de si mesmas, de suas dores, de seus contextos. Observar a vida sob outros aspectos, da alma, do porque estão aqui, o que vieram desenvolver e fazer para contribuir para a vida e o desenvolvimento como um todo.

Existe um movimento de busca de uma felicidade autentica e auto-conhecimento que ultrapassa as demandas das construções sociais dos dias de hoje.

Fazer terapia, estudar filosofia, se entregar a processos internos através de uma vivência espiritual e mistica, tudo isto contribui para a abertura da consciência humana.

Que possamos todos nós a cada dia colocar luz nos nossos caminhos, melhorar nossos recursos internos e externos, e projetar assim uma vida mais plena em amor, equilibrio e felicidade.

Namastê