quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O QUE E PROSPERIDADE?

O que significa prosperidade para você?

Quando falamos em prosperidade, imediatamente pensamos na abundância em termos materiais ou físicos: ter dinheiro, ter relacionamentos, ter uma carreira promissora, ter amigos, ter carro, casa, apartamentos, viagens pelo menos duas vezes por ano.

Pensar desta forma reflete uma tendência inconsciente de que o valor da vida esta na posse de recursos materiais e físicos.

Prosperidade significa porém, possuir todo este material e também a qualidade da nossa relação mental, emocional e espiritual.

Podemos ter tudo, mas se não estivermos emocionalmente, mentalmente e espiritualmente equilibrados, sentiremos insatisfação.

Isso nos leva a um conflito, afinal, se temos o que queremos, por que sentimos vazio e insatisfação? Quando não encontramos a explicação para esse mal estar, isso gera mais angústia, a qual tentamos, por sua vez, remediar buscando mais do “ter”,e entramos num circulo vicioso de busca seguido de vazio.

 Muitas vezes buscamos uma compensação para satisfazer algo que esta no nível mais interno do nosso SER, do nosso espírito.

Se estamos mais satisfeitos neste nivel de SER, conseguimos trabalhar mais serenos, sem irritação, mais leves.
 
Tudo parece ficar mais difícil, demorado e pesado. Portanto, a materialização do trabalho é muito mais fácil, tranquila e agradável quando estamos em harmonia, em paz. Apaziguados conosco e com as pessoas ao nosso redor.  

Qualquer coisa que queiramos fazer vai exigir, trabalho, ação, perseverança, mas podemos viver tudo de forma mais leve e fluida, sem tanta dureza, como uma aventura sendo saboreada.

 A prosperidade material é consequência da qualidade da prosperidade nos outros níveis e, portanto, o sentimento de bem-estar e os pensamentos positivos não podem depender apenas dos resultados externos.


Afinal, a construção da realidade material começa internamente. Ao deixarmos os pensamentos e os sentimentos desarmoniosos tomarem conta de nós, tudo o que fazemos, além de ficar mal, é tornar a vida material mais difícil.

Porém, para sermos prósperos não precisamos estar 24h de bom humor, sem problemas ou sorrindo, mas minimamente em paz e satisfeitos internamente, pois isso é que impulsionará e moverá nossas ações, palavras, atitudes. 

Imagine que tudo que fazemos e falamos carrega a qualidade de nossa situação interna. 

Se tudo que fizermos carregar harmonia, a vida tende a acontecer com menos dificuldades. 

Quando conseguimos nos manter mais harmonizados nos níveis emocional, mental e espiritual, tudo tende fluir mais fácil, até mesmo na vida material. O nosso mundo exterior, reflete nosso mundo interior.


domingo, 14 de janeiro de 2018

QUEM SOMOS NÓS?



Os tópicos discutidos em "Quem Somos Nós" incluem neurologia, mecânica quântica, psicologia, epistemologia, ontologia, metafísica, pensamento mágico e espiritualidade.

sábado, 13 de janeiro de 2018

A DISPOSIÇÃO NATURAL EM COMPREENDER

                                             SOBRE A CRÍTICA.
Antes de mais nada, por que criticamos? Para compreender? Ou é simples vontade de irritar os outros? Se vos critico, compreendo-vos ? Vem a compreensão como resultado de julgamento? Se desejo compreender, se desejo compreender não na superfície, mas a fundo, o inteiro significado de minha relação convosco, começo por criticar-vos ? Ou me torno cônscio dessa relação entre vós e mim, observando-a em silêncio, abstendo- me de projetar minhas opiniões, minhas críticas, julgamentos, iden­tificações ou censuras, observando em silêncio o que se está pas­sando? Se não critico, que acontece? É provável que me ponha a dormir, não é? — o que não significa que não adormecemos quando censuramos os outros. Pode acontecer que isso se torne um hábito, e o hábito faz dormir. Vem-nos uma compreensão mais profunda e mais ampla, criticando os outros? Não importa se a crítica é construtiva ou destrutiva: isso não vem ao caso, por certo. Por conseguinte, a questão é esta: qual o estado da mente e do coração, necessário para que se possa compreender as relações? Qual é o processo da compreensão? Como compreendemos alguma coisa? Como compreendeis vosso filho, se sentis interesse por vosso filho? Observando-o, não é verdade? Observando-o quando brinca, ou estudando-lhe as diferentes disposições de ânimo; abstendo-vos de projetar vossa opinião sobre ele. Não dizeis que ele devia ser isso ou aquilo. Estais muito vigilante, não é verdade?-ativamente vigilante. Então, talvez comeceis a compreender a criança. Se estais constantemente a criticá-la, a injetar-lhe vossa própria personalidade, vossas idiossincrasias, vossas opiniões, deter­minando como ela deve ser ou como não deve ser, etc., criais, natu­ralmente, uma barreira nessas relações. Infelizmente, criticamos, quase todos nós, porque desejamos moldar, porque desejamos inter­ferir. Dá-nos certo prazer, certa satisfação moldar uma coisa — as relações com o marido, o filho ou quem quer que seja. Vem-vos, daí, uma sensação de força, sois vós "quem manda”, e nisso há imensa satisfação. Ora, sem dúvida, em todo esse processo não há compreensão das relações. A mera imposição, o desejo de moldar os outros pela norma especial de vossa idiossincrasia, vosso desejo, vossa vontade, tudo isso impede a compreensão das relações.

Jiddu krishnamurti em "A Primeira e Última Liberdade".

2018 SERÁ UM ANO....


 
  A Numerologia se propõe a nos guiar através da existência, baseando-se na teoria de que o homem e sua vida são regulados pela matemática das vibrações.

A Numerologia é uma ciência que estuda os números e sua influência sobre a vida das pessoas, através da interpretação das vibrações numéricas. Ela estuda o significado oculto dos números e sua influência na vida cotidiana, na espiritualidade, no intelecto, entre outros. Através da análise numerológica é possível avaliar aspectos importantes da vida pessoal do indivíduo (ou até de uma empresa), de sua alma, de sua personalidade, de possíveis realizações, desafios, ciclos, entre outros, assim como determinar o caráter e as tendências de personalidade das pessoas.

A Numerologia é uma ferramenta de autoconhecimento que permite identificar os números que representam a essência da pessoa e o que eles simbolizam em termos de comportamento, desafios, aprendizado, etc. fazendo com que a pessoa descubra suas mais profundas características, e a partir disso, apontando os caminhos possíveis de acordo com suas características, mostrando tendências de comportamento, situações e perfil de pessoas que o indivíduo pode atrair para sua vida. A Numerologia é um método que nos ajuda a entender a realidade e, conseqüentemente, o que o futuro nos trará, ajudando-nos a transformá-lo.


A Numerologia é um estudo que tem como base a vibração presente em cada pessoa a partir de seu nome e data de nascimento. Através de cálculos matemáticos simples associados aos valores atribuídos à cada letra é possível determinar qual a personalidade básica de uma pessoa e fazer uma orientação sobre seu futuro. Segundo a numerologia, cada número é dotado de uma vibração ou essência individual que indica tendências de acontecimentos ou de personalidade.

Os números são considerados como símbolos muito significativos por quase todas as civilizações. Representam a ordem, a harmonia cósmica e a perfeição universal. A Numerologia interpreta os significados ocultos dos algarismos que nos acompanham desde o nascimento, revelando muito sobre o futuro, a felicidade e o sucesso pessoal de cada um.

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2018 será um ano intenso e tenso. Isto porque, na NUMEROLOGIA , será simbolizado pelo Número 2, que vem da soma do Número Mestre 11.

Nesse caso, em que o Número Mestre é o 11 e o Número Reduzido é o 2, a intensidade será direcionada para o campo das emoções. Ou seja, por um lado haverá a tendência de esconder ou mesmo reprimir as emoções. Por outro, uma inclinação a explodir emocionalmente ao menor estímulo provocativo ou ameaçador.


Conseqüentemente, todos nós estaremos oscilando entre esses extremos comportamentais: tentando segurar ferrenhamente o que está acontecendo dentro da gente e, ao mesmo tempo, “vomitando” abruptamente o que está nos consumindo por dentro.

 
Outro lado positivo do número 2 é que ele permitirá a aproximação dos opostos. Ou seja, qualquer tipo de parceria, não só entre os apostos, será bastante evidente durante o ano pessoal 2018. Desde parcerias de trabalho, a relações amorosas, trabalhos em conjunto, sociedades profissionais, entre outras.
Use e abuse da sua intuição no próximo ano. Ela estará bem mais forte graças à influência do número 2 e pelo o que parece, a tendência é que as coisas em todos os sentidos melhoram.


O Número 2 indica que há uma tendência de atacar para se defender, especialmente quando as pessoas sentirem que sua segurança, seu território ou seus valores estão sendo ameaçados.

A simbologia do número 2 nos convida a maturidade emocional.
Isso pode levar a “engolir sapos” até não mais agüentar e daí partir para uma ação mais violenta. Sabendo que a reação instintiva pode ser extremista, ora se submetendo passivamente às imposições da vontade alheia e ora reagindo com violência ao menor sinal de perigo (real ou imaginário), podemos nos conscientizar de que há escolhas mais madura. 

EM 2018, OBJETIVOS SERÃO ATINGIDOS COM A AJUDA DO OUTRO

Primeiro, reconhecer que o outro é importante na sua vida e vice-versa. E que ambos sairão ganhando se têm a disponibilidade de darem as mãos. Sim, em 2018 o “nós” será muito mais importante.

“O período pedirá paciência em seguir um ritmo gradual, fluindo com as oportunidades. O foco está mais no preparo interno, mental e emocional para atrair as experiências e as circunstâncias através das quais poderemos realizar nossos intentos.“

E quando essas marés existenciais trouxerem as oportunidades para surfarmos nas ondas que nos levarão até a praia de nosso objetivo, vamos nelas.

Precisaremos estar maduros emocionalmente e preparados internamente por meio de estudos, terapia, compreensão dos nossos mais viscerais medos e profundos desejos.

Quem estiver nesse estado de espírito cooperativo, diplomático e educado se dará bem em 2018.

Você também poderá saber as tendências para o próximo ano, o que a numerologia promete para este novo período que se inicia. Basta solicitar seu MAPA DE NUMEROLOGIA COMPLETA.


Svania PinheiroCRTH 201607
Terapeuta Holistica
Florais - Sistêmica - Numerologia


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

QUANDO VOCE CONSEGUIR SUPERAR....

"Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus, que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe. Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera; a inferior, julga;
a superior, alivia; a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!"
Irradie sua luz !💥

Chico Xavier

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

SE EU CONTAR VOCE NÃO VAI ACREDITAR....

Este texto é uma transcrição da fala do professor Mario Sergio Cortella em uma palestra a estudantes. Vídeo no rodapé.

Se eu contar que os pais e os filhos almoçavam e jantavam à mesa você não vai acreditar....

 Como era a minha vida em Londrina, a cidade onde nasci, embora more em São Paulo há 35 anos?  Era assim: Tinha uma mesa com cadeiras em volta.  Sabe o que a gente fazia nesta mesa? Se eu contar, você, que é mais jovem, não vai acreditar: a gente almoçava reunidos. Não sei se vocês sabem o que isso.  Aliás, almoçava e jantava. Pais e filhos se encontravam, filhos tomavam broncas, davam risadas, ouviam histórias de família… Os pais eram autoritários, mas a gente convivia. Aprendi a não pegar bife com a mão, nem batata frita. Aprendi a não pegar o último pedaço e assim por diante.

Na parede da casa, minha mãe tinha um guarda-louça, aqui em São Paulo chamamos de cristaleira. Ali ela guardava tudo o que tinha ganhado no casamento para usar num dia especial que nunca chegou. Com o tempo ela foi distribuindo as peças entre os filhos, netos e parentes. A minha família, de formação católica, tinha um altarzinho com a imagem de Nossa Senhora. Também havia uma poltrona de balanço do meu pai.

Se eu contar que a noite a gente se reunia para conversar, você não vai acreditar

Se eu contar uma coisa você não vai acreditar. As poltronas ficavam de frente uma com as outras. Sério. Sabem por quê? A finalidade é que as pessoas se vissem. Aliás, sabem o que a gente fazia à noite? Se eu contar você não acredita. A gente conversava. O vizinho era bem vindo. O outro ser humano era vem vindo. Quando o outro humano chegava, a gente se alegrava porque o outro ser humano era a possibilidade de uma vida. As crianças se animavam quando o outro humano chegava porque ele contava histórias; trazia novidades.
Hoje, parentes e outro humano é um transtorno. Aliás, se diz assim: “quero ir pra casa hoje à noite e quando lá chegar não quero ver ninguém, falar com ninguém”. Muita gente diz mais: “Eu estou aqui  com vocês durante dez, doze anos,  trabalhando, convivendo, mas vocês vão ver uma coisa: se eu ganhar sozinho na Mega Sena acumulada, se eu ganhar sozinho 20 milhões na Mega Sena acumulada, eu sumo, nunca mais vocês vão me ver”. Essa expressão é uma expressão que vai sendo ouvida. Tem gente da época do blecaute que aconteceu no país,  que quem  se lembra de quando a luz era desligada a família entrava em pânico. Não sabia o que fazer à noite. Toda a relação familiar era intermediada pela eletricidade.
Os filhos diziam assim: “Mamãe, não tem luz, o que vamos fazer? “Ah, vão dormir”. E aí, lá iam cinco, seis humanos com suas histórias, desejo, projetos, sonhos. Cada um com a possibilidade de cantar um para o ouro, fazer uma poesia, contar uma história, dar risadas e… depois iam dormir.

Se eu contar que os filhos corriam para abraçar os pais você não vai acreditar

Um dia, há 35 anos, numa sexta-feira, no fim da tarde, meu pai chegou e tocou a buzina do Jeep. No Paraná se usava Jeep naquela época. E quando ele tocou a buzina nós fizemos o que fazíamos todos os dias, corremos para abraçá-lo. Houve uma época, na história humana, que quando os pais chegavam os filhos corriam na direção dos pais. É sério. E nós corremos para abraçá-lo.
Com qual finalidade? A gente tinha um sentimento de gratidão. Primeiro corríamos para abraçar e depois reclamava de um ou outro irmão. Mas a gente corria porque tinha um sentimento de gratidão. E vinha de onde esse sentimento?  Do fato de que ele trabalhava para nos sustentar. Hoje, atenção, no mundo criança a ideia de gratidão é muito escassa. Inclusive porque ela é assim no mundo dos adultos. Raramente se ouve a palavra “obrigado”. Tudo é obrigação sua. Tudo você deveria ter feito.  Agora, cuidado hem? Eles não nasceram prontos.  Como ninguém nasce pronto tem alguma coisa estranha nesse meio.  Alguma coisa nós vamos construindo nas relações que as contaminou também. E essa contaminação se deu na ideia de que você é um servidor.  Aliás, em breve as relações ente pais e filhos podem ser medidas também pelo Código do Consumidor; um Contrato de Prestação de Serviços.

Se eu contar que tudo isso foi substituído por algum tipo de entretenimento você não vai acreditar

Olhe uma coisa estranha: Nesse dia meu pai chegou e tinha uma caixa grande no Jeep. Ele trouxe a caixa e a colocou em cima da mesa. Quando ele abriu tinha dentro da caixa uma televisão Telefunken preto-e-branco com pezinhos de madeira. Você nunca deve ter visto uma dessas.
Olha que coisa interessante: a partir desse dia nossa vida mudou. Três grandes mudanças aconteceram. A primeira delas: sai Nossa Senhora Aparecida e entra a televisão. A segunda mudança: as poltronas ficaram de frente para a televisão.  A terceira mudança:  a gente não conversou mais.
Com isso vizinho passou a ser mal vindo. O ouro humano chegava e a gente continuava com o aparelho ligado. Aí, olhávamos para o vizinho, olhava para a TV, olhava para ele. Daí a pouco ele também estava vendo televisão. Quando dava nove da noite ele falava: “Ah, vou embora”.  “Fica aí, é tão gostoso quando você vem”.
Cuidado! Estou falando de uma coisa que parece frouxa com alguns fios que foram esgarçando com o tempo.  E as crianças foram crescendo também habituados com essa possibilidade de não precisar ter essas relações intensas e duradouras.

Mario Sergio Cortella

 

 

 

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

PSICÓLOGO, TERAPEUTA, PSICANALISTA OU PSIQUIATRA?


Conheça algumas diferenças entre o psicólogo, o psicoterapeuta, o psicanalista, o terapeuta e o psiquiatra. Todos eles trabalham para o bem-estar psíquico e nos auxiliam quando passamos por dificuldades para lidar com nossos sentimentos, pensamentos ou comportamentos. Cada um deles utiliza procedimentos específicos de sua formação ou especialidade:


Diferenças entre Psicólogo, Terapeuta, Psicanalista e Psiquiatra 


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PSICÓLOGO
Profissional que possui formação acadêmica em Psicologia. ciência que estuda os processos mentais, os comportamentos e sentimentos, utilizando distintas abordagens. Existem porém  diversas linhas de estudo que concebem o funcionamento do ser humano, tais como a Psicanálise, a Comportamental, a Gestalt, entre outras.

TERAPEUTA
Qualquer profissional que oferece um tratamento ou presta cuidados a uma pessoa que esteja passando por um sofrimento ou buscando uma melhoria. Terapia significa literalmente servir, ajudar, cuidar, tratar. Deste modo, pode ser usado tanto para psicólogos, como para profissionais que trabalham com Terapias Alternativas, como acupuntura, aromaterapia, quiropraxia, florais, entre outros. Todos esses profissionais são terapeutas. Para o exercício da profissão é necessário uma formação específica na área em que atua.

PSICOTERAPEUTA
O termo Psicoterapeuta pode ser usado tanto para o psicólogo que trabalha na modalidade de atendimento clínico ou terapêutico, como também para o profissional Terapeuta que possui uma formação em Psicoterapia ou numa abordagem específica de Psicoterapia, e oferece seus trabalhos com foco numa abordagem específica.

PSICANALISTA
Termo usado para o psicólogo, terapeuta ou psiquiatra que possui especialização na abordagem psicanalítica. A psicanálise é uma abordagem de psicologia que foi criada por Sigmund Freud, que propõe o tratamento por meio da análise do inconsciente. Para ser um psicanalista basta fazer um curso de psicanálise, independente se tiver formação em psicologia ou não.

PSIQUIATRA
Profissional formado em medicina com especialização em psiquiatria. A psiquiatria trabalha com o diagnóstico dos sintomas e recomendação dos medicamentos para o tratamento das causas orgânicas dos transtornos psíquicos. De todos os profissionais citados, somente o psiquiatra pode prescrever medicamentos, por ter formação em medicina e ser inscrito no Conselho Regional de Medicina.

Conhecer as diferenças entre os trabalhos de cada profissional pode nos auxiliar a escolher de acordo com o que necessitamos. 
 
Seja qual for o profissional de sua escolha, é importante que conheça suas práticas, seus referenciais teóricos e sua maneira de trabalhar.
 
A escolha do profissional é uma questão muito particular e fica a cargo da pessoa a ser atendida decidir com qual se sente melhor ou com qual percebe que lhe oferece melhores caminhos para solucionar suas questões.

 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

OS CAMPOS DE CONHECIMENTO


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OS CAMPOS DE CONHECIMENTO

 
As constelações familiares utilizam algo completamente novo que até agora não havia sido percebido conscientemente por nenhuma outra disciplina terapêutica. Trata-se do fenómeno do “campo de conhecimento”. Este conceito foi introduzido por Albrecht Mahr. Sem a compreensão deste fenómeno é impossível entender e levar a cabo o trabalho com as constelações familiares.
Através do conceito de “campo de conhecimento” descreve-se o fenómeno pelo qual os representantes têm acesso ao conhecimento que têm as pessoas que eles representam. Percebem os sentimentos e as relações na constelação da família, tal qual como essas pessoas. Os representantes põem-se em contacto com um estrato ou verdade muito profundo das relações nesse sistema desconhecido. Este é um fenómeno que até ao momento ainda não foi esclarecido.
A pessoa que tenha realizado a constelação presta total atenção a tudo o que dizem os representantes. Poucas vezes se vê que estas informações sejam rejeitadas por serem falsas. Pelo contrário, produz-se assombro sobre a verdade contida nessas expressões, ainda quando o comportamento externo, quotidiano, da família seja distinto. Embora isto possa parecer incrível, durante as constelações observa-se que pessoas totalmente estranhas são um canal para a verdade do sistema correspondente.
Imaginem, estimados leitores, que estão num grupo que pretende realizar uma constelação familiar, um participante desconhecido até esse momento apresenta-se, elege-o a si como representante e posiciona-o num lugar na sala.
As suas pernas começam a tremer no momento em que você toma o lugar junto aos outros membros da família e se compenetra no seu papel. Sente-se atraído pela irmã situada à sua frente e rejeita o irmão que está ao seu lado. Uma tia esquecida e excluída colocar-se-á em frente a si. Repentinamente vêm-lhe as lágrimas aos olhos e sentirá amor por esta pessoa desconhecida.
Isto soa disparatado e é natural que de início nos sintamos cépticos sobre este fenómeno. Contradiz a lógica do salutar senso comum e as dúvidas são razoáveis. Naturalmente que a pessoa que duvida também experiencia reacções dos representantes e os fortes sentimentos que aparecem. Será a autoridade do terapeuta que provoca estas reacções? Uma vez, depois de uma demonstração deste trabalho, acusaram-me com ira de “pura manipulação”. Ou será talvez auto-sugestão e os representantes trazem os seus próprios sentimentos, das suas famílias, à constelação e assim tudo se confunde cada vez mais? Note-se, contudo, que aparecem reacções que pouco ou nada têm que ver com a família própria.
O nosso são senso comum e as nossas experiências passadas são os pontos de referência para avaliar o mundo que nos rodeia. As constelações familiares apresentam uma visão do mundo contrária àquela que até agora tem a maioria das pessoas. É notável que este fenómeno que aparece nas constelações seja mais fácil de aceitar por um leigo do que pelo psicólogo profissional. Todo o seu conhecimento impede-o de ver e comprovar todo o desconhecido até ao momento. (…)
A experiência pessoal é a melhor demonstração. Ainda que o primeiro papel como representante possa parecer difícil, a pessoa acostuma-se a este fenómeno em cada novo papel até que finalmente tudo se torna normal e óbvio. (…)

 A energia do “campo de conhecimento” expressa-se em duas direcções. As constelações familiares são, em primeiro lugar, um inventário das energias subliminares existentes numa família. Isto demonstra-se pelo lugar em que alguém está situado, a distância que há entre ele e os outros membros da família e a direcção em que olha. Os representantes percebem e compartilham estas energias.
Ao mesmo tempo, o “campo de conhecimento” tem uma energia que trata de alcançar a cura. Os representantes percebem uma corrente que os atrai, umas vezes mais forte, outras mais débil. Este influxo está sempre presente e orienta-se para a solução. O terapeuta pode, assim, confiar nos representantes mais do que aquilo que se acreditava no início das constelações familiares. (…)
Através de Rupert Sheldrake, conhecido biólogo e autor, que também conhece o trabalho de Hellinger, chega-nos o termo “campo morfogenético”, em vez de “campo de conhecimento”. Este termo foi cunhado por biólogos da evolução para esclarecer porque razão as pernas e os braços são de diferente forma apesar de terem os mesmos genes e proteínas. O campo morfogenético é uma espécie de plano de construção invisível, a partir do qual o organismo em desenvolvimento toma a sua forma.
Através deste termo tão-pouco se esclarece nada acerca dos fenómenos de percepção dos representantes nas constelações. Apenas soa melhor e mais científico. A esse respeito Sheldrake afirma “a dificuldade reside em que ninguém sabe nada acerca dos campos morfogenéticos e seus efeitos”.
Para os que fazem constelações familiares, este fenómeno é melhor descrito como “campo de conhecimento.

Bertold Ulsamer (2004). Sin Raíces No Hay Alas. La Terapia Sistémica de Bert Hellinger. Ediciones Lucienárga.
Tradução do castelhano por Eva Jacinto

AS ALMAS SE RECONHECEM PELA SUA VIBRAÇAÕ

AS ALMAS SE RECONHECEM PELA SUA VIBRAÇÃO
Somente uma pessoa amorosa, aquela que realmente é amorosa; pode encontrar o parceiro certo.
Essa é minha observação: se você está infeliz você irá encontrar alguém também infeliz. Pessoas infelizes são atraídas pelas pessoas infelizes. E isso é bom, é natural. É bom que as pessoas infelizes não sejam atraídas pelas pessoas felizes; senão elas destruiriam a felicidade delas. Está perfeitamente bem.
Somente pessoas felizes são atraídas pelas pessoas felizes. O semelhante atrai o semelhante. Pessoas inteligentes são atraídas pelas pessoas inteligentes; pessoas estúpidas são atraídas pelas pessoas estúpidas.
Você encontra as pessoas do mesmo plano. Então a primeira coisa a lembrar é: um relacionamento está fadado a ser amargo se este surgiu da infelicidade.
Primeiro seja feliz, seja alegre, seja festivo e então você encontrará alguma outra alma festiva e haverá um encontro de duas almas dançantes e uma grande dança irá surgir disso.
Não peça por um relacionamento a partir da solidão, não. Assim você estará indo na direção errada. Então o outro será usado como um meio e o outro lhe usará como um meio. E ninguém quer ser usado como um meio! Cada indivíduo único é um fim em si mesmo. É imoral usar alguém como um meio. Primeiro aprenda como ser só. A meditação é um caminho para ficar sozinho.
Se você puder ser feliz quando você está só, você aprendeu o segredo de ser feliz. Agora você pode ser feliz acompanhado. Se você é feliz, então você tem alguma coisa para compartilhar, para dar. E quando você dá, você obtém; não é de outra maneira. Assim surge uma necessidade de amar alguém.
Geralmente a necessidade é de ser amado por alguém. É a necessidade errada. É uma necessidade infantil; você não está amadurecido. É uma atitude infantil.
Uma criança nasce. Naturalmente, a criança não pode amar a mãe; ela não sabe o que é amar e ela não sabe quem é a mãe e quem é o pai. Ela está totalmente desamparada. Seu ser ainda está para ser integrado; ela ainda não está reunida.
Ela é somente uma possibilidade. A mãe precisa amar, o pai precisa amar, a família precisa banhar a criança de amor. Agora ela aprende uma coisa: que todos têm que amá-la. Ela nunca aprende que ela precisa amar. Agora a criança irá crescer e se ela permanecer presa nessa atitude que todo mundo tem que amá-la, ela irá sofrer por toda sua vida. Seu corpo cresceu, mas sua mente permaneceu imatura.
Uma pessoa amadurecida é aquela que chega a conhecer a necessidade do outro: que agora tenho que amar alguém.
A necessidade de ser amado é infantil, imatura. A necessidade de amar é maturidade.
E quando você está preparado para amar alguém, um belo relacionamento irá surgir; de outra maneira não.
“É possível que duas pessoas num relacionamento sejam más uma para com a outra”?
Sim, isso é o que está acontecendo por todo o mundo. Ser bom é muito difícil. Você não é bom nem para si mesmo.
Como você pode ser bom para outra pessoa?
Você nem mesmo ama a si próprio! Como você pode amar outra pessoa? Ame a si mesmo, seja bom para si mesmo.
Os seus assim chamados santos têm lhe ensinado a nunca amar a si mesmo, para nunca ser bom para si mesmo.
Seja duro consigo mesmo! Eles têm lhe ensinado a ser delicado para com os outros e duro para consigo mesmo. Isso é um absurdo.
Eu lhe ensino que a primeira e mais importante coisa é ser amoroso para consigo mesmo. Não seja duro; seja delicado.
Cuide de si mesmo. Aprenda como se perdoar, cada vez mais e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete vezes. Aprenda como perdoar a si próprio. Não seja duro; não seja antagônico consigo mesmo.
Assim você irá florescer.
Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor. Isso é natural. Pedras atraem pedras; flores atraem flores. Assim há um relacionamento que possui graça, que possui beleza, que possui uma bênção nele.
Se você puder achar um relacionamento assim, seu relacionamento crescerá para uma oração; seu amor se tornará um êxtase e através do amor você conhecerá o que é o divino.
~ Osho