quinta-feira, 13 de setembro de 2018

TEORIA DOS 21 DIAS

Na década de 1950,  Maxwell Maltz percebeu um padrão de comportamento muito comum em seus pacientes.

Ele percebeu que os pacientes levavam 21 dias para se acostumar com as amputações, cirurgias. etc.  Apos 21 dias os pacientes mudavam de comportamento e aceitavam a nova situação.


Estudos feitos pela University College London, atestam que a eficácia da Teoria dos 21 dias está justamente na criação de um prazo. Ter um prazo contribui para a saúde mental de quem quer mudar algum hábito.

Sempre que quisermos mudar um hábito é bom lembrar que cada um tem seu próprio tempo. Alguns podem conseguir seus objetivos em menos tempo, outros um pouco mais. Cada ser humano é único e tem suas variações e peculiaridades.

Seja qual for o desafio escolhido, o mesmo deve ser feito com intuito de superar algum habito: ficar 21 dias sem consumir açúcar, sem consumir bebida alcoólica, sem fumar, sem reclamar, sem  falar mal das pessoas, sem fofocar, sem falar palavrão, ou uma determinada dieta, exercício físico, etc.


Durante o processo é muito importante que você tenha bastante força de vontade para chegar ao final do prazo estipulado de 21 dias e superar o seu desafio e dar continuidade as mudanças que você se propôs inicialmente.
Normalmente lançamos mão desta técnica quando é algo que sentimos dificuldade em mudar. Um padrão emocional, um padrão mental, ou mesmo adquirir um novo hábito.
Depois disso pode ter certeza que tentações vão surgir, uma vontade incontrolável de reclamar como você costumava fazer antigamente.
O que vai fazer diferença e sua postura diante delas.  Você vai ceder ou vai se comprometer verdadeiramente com os resultados que deseja alcançar em sua vida. As mudanças não se dão somente através da compreensão e sim da mudança de comportamento.
Para que Você mantenha-se firme é fundamental, a todo momento, lembrar em seu objetivo e visualizar os ganhos que você vai ter ao final deste processo todo.
Aquilo que você faz consistentemente, ou seja, de maneira repetitiva, com perseverança constroi a sua realidade e felicidade.  Se Você tem o péssimo hábito de fofocar e falar mal das pessoas, o que realidade está construindo para Você?
Por mais difíceis que possam parecer não são impossíveis de serem colocados na prática do seu dia a dia. Basta um pouco de força de vontade, foco, proposição para que as mudanças se iniciem.  Pequenos passos, mini passos até se chegar aos passos largos e concluir todo um processo de mudança.
Em primeiro lugar faça um inventário do que deseja mudar. Escolha um item e cumpra com disciplina os 21 dias. Depois me conta como foi sua experiência.

Beijuus no coração <3
Svania Pinheiro Reis
Floralterapia Sistemica




 

sábado, 8 de setembro de 2018

RESPEITAR SIGNIFICA.....


Resultado de imagem para respeitar significa imagem"Respeitar significa, antes de tudo, reconhecer. Respeitar uma pessoa é reconhecer que ela existe, que é como é, e que é certa da maneira como é. Isso pressupõe que eu me respeite da mesma forma - que eu reconheça que existo, que sou como sou e que, tal como sou, também sou certo.

Quando respeito a mim e ao outro dessa maneira, renuncio a construir uma imagem de como deveríamos ser. Sem essa imagem não existe juízo sobre o que seria melhor. Nenhuma imagem construída se interpõe entre mim e a realidade, tal como ela se mostra.

Isso possibilita um segundo elemento, que também pertence ao respeito: eu amo o real, tal como ele se mostra. Isto significa, antes de tudo, que me amo tal como sou, amo o outro tal como ele é, e amo a maneira de sermos diferentes.

O respeito inclui ainda um terceiro elemento, talvez o mais belo: eu me alegro com o real, tal como se manifesta. Alegro-me comigo tal como sou; alegro-me com o outro, tal como ele é, e alegro-me com o fato de que sou diferente dele e ele é também de mim.

Esse respeito mantém distância. Ele não invade o outro e não permite que o outro me invada, me imponha alguma coisa ou disponha de mim de acordo com sua imagem. Ele torna possível que nos respeitemos sem nada querer um do outro.

Quando precisamos ou queremos algo, um do outro, devemos ainda questionar um quarto ponto: nós nos promovemos mutuamente ou inibimos o desenvolvimento nosso ou do outro?

Se, da forma como somos, impedimos nosso desenvolvimento ou o do outro, o respeito nos separa, ao invés de nos aproximar. Nesse caso, devemos cuidar para que cada um siga o seu próprio caminho e se afaste. Com isso, o amor e o contentamento por mim e pelo outro se aprofundam, em vez de diminuir. 

Por quê? - Porque o amor e a alegria são tranquilos, como o respeito." Bert Hellinger

A FORÇA DAS CONSTELAÇÕES

A FORÇA DA CONSTELAÇÃO




A força da constelação é a do próprio sistema, que tenta se rearranjar, a partir daquilo que emana dos excluídos, que precisam ser incluídos. Isto é assim pois toda energia tem uma energia oposta contrária: se ela for de expulsão, haveria uma energia de inserção ressoando no campo. Essa é a força maior.

A força do constelador, aquela que o movimenta, varia conforme a personalidade de quem faz o trabalho. Não existe uma força única porque existem muitas pessoas, diversas personalidades e inúmeras forças individuais.

Vivenciar é mais sábio do que estudar. Devemos buscar as certezas nas vivências e na observação, tentando identificar especificidades e evitando generalidades, fugindo de técnicas prontas feitas para outras finalidades, tais como técnicas de relaxamento, de mapas mentais ou doutrinação. Para mim, a maioria delas deriva do desejo de controlar e evitar pontos de incerteza.

Para mim, relaxar significa deixar os pensamentos soltos para serem interpretados e vivenciados; mapas mentais não existem porque são construções intelectuais que prescindem de sentimento; doutrinação não funciona porque fala do passado, enquanto a experiência é aberta para o agora. Por essas razões, no meu trabalho, opto por refrear tais coisas, mantendo uma atitude fenomenológica, dentro de um movimento intuitivo espontâneo, que brota da minha história pessoal, da qual faz parte as minhas raízes genéticas permitindo, portanto, uma forma de participação da minha ancestralidade, fazendo-lhe devidos tributos. Na prática isso surge em flashes, lampejos e entendimentos súbitos que precisam ser acolhidos como parte de um todo pessoal.

Querer colocar a força da constelação dentro de uma caixinha doutrinária, na tentativa de organizá-la, é se afastar da essência daquilo que ela é. A organização é necessária mas ela sempre vem depois, aos poucos, com o repetir da experiência, ajeitando os fatos de maneira emocional e racional. Ou seja, é uma organização que nasce da experiência - ao invés do intelecto - e que fundamenta as experiências sensíveis futuras.

Uma coisa importante é o constelador saber quais eventos dizem respeito ao cliente, mas que eles também podem produzir sensibilidades tanto no próprio constelador como no representante. É imprescindível para a postura do constelador levar em conta os limites do propósito e do significado. Por exemplo, identificando quando é um fenômeno significativo apenas para o constelador (e ser capaz de se calar diante disto) e quando é uma comunicação para o representante, sendo capaz de respeitar o que ele está experimentando no íntimo, sem trazer isso à tona – ainda mais em um momento que o representante está indefeso por estar com a consciência desdobrada pela representação. Em resumo, é importante saber traduzir os acontecimentos, aproveitando as oportunidades com sabedoria, mesmo que isto traga novos desafios de compreensão.

As constelações ajudam as pessoas a crescerem nas capacidades intuitivas e na sensibilidade, e as duas coisas podem ser utilizadas na vida em geral. Tem intuições que não devem ser transmitidas a terceiros, exceto para oferecer apoio e tranquilidade para aquele que procura. Não se pode ser impositivo ou sufocante pois essa conduta deixaria de ser natural e criaria obstáculos para quem é ajudado e, inclusive, para quem ajuda. Em razão de eu ainda fazer representações, posso afirmar que detesto quando o facilitador não discerne que um fato só diz respeito unicamente à minha organização em um dado momento específico.

Como todos sabem, as constelações familiares evoluíram desde o modelo trazido por Bert Hellinger até o que elas produzem nas pessoas hoje. As constelações não são mais uma técnica abandonada, dessas que não foram capazes de produzir efeito. Pelo contrário, elas são eficazes. E se algo funciona, tenderá a funcionar melhor porque valerá a pena ser aperfeiçoada. Tudo evolui. Esse destaque é importante para evitarmos radicalismos nos processos que vivenciamos e permitirmos que as circunstâncias se adequem às pessoas e ao campo. Isso é um tipo de movimento natural presente na evolução das coisas.

Um outro ponto importante é a força que movimenta os fenômenos. No começo eu já pontuei, disse ela ser proveniente do sistema, dos fatos do passado e da ancestralidade. Mas tudo isso tem assento em um campo que evolui associado à evolução das pessoas que estão se familiarizando com ele.

Como é um processo que aproveita a personalidade das pessoas, ele é regido por forças internas pessoais. Que forças são essas? De novo: as forças internas pessoais: não importa o nome que se dê a ela!

O importante é a pessoa ter conexão, integrando isso com ela mesma, com as verdades que ela acredita, com aquilo que está acontecendo objetivamente, a fim de não ser algo só do mundo subjetivo pois a força serve a um propósito objetivo de alguém que habita o mundo.

Você está convidado a participar das constelações, sentir a força do campo e desenvolver a sua força pessoal.


[Autor: Miguel Mello. Psicólogo. Constelador. Doutor. Escritor]

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

SOBRE RELACIONAMENTO ENTRE MARIDO E MULHER



"O relacionamento entre marido e mulher existe antes de se tornarem pais; há adultos sem filhos, mas não existem filhos sem pais biológicos. O amor vence quando os pais cuidam bem dos filhos quando eles são jovens, mas a recíproca não é verdadeira.


Assim, o relacionamento entre marido e mulher assume prioridade na família.


A prioridade baseada no tempo também se aplica aos irmãos. Os que estão perto do começo da vida recebem dos que já viveram mais.

O mais velho dá ao mais jovem, o mais jovem recebe do mais velho. O primeiro filho dá ao segundo e ao terceiro; o segundo recebe do primeiro e dá ao terceiro; e os caçulas recebem de todos os outros. O primogênito dá mais e o infante recebe mais. Por isso, muitas vezes, o filho mais velho é recompensado com privilégios e o mais novo assume maiores responsabilidades para com a velhice dos pais.

Os novos sistemas de relacionamento também têm prioridade sistêmica sobre os antigos.

Dá-se aí o contrário da dinâmica de precedência dentro de um sistema em que os membros mais velhos se sobrepõem aos que vêm depois.

O relacionamento de casal tem prioridade sobre o relacionamento com a família de origem, do mesmo modo que o segundo casamento tem precedência sobre o primeiro.

Os relacionamentos são prejudicados quando esse princípio não é acatado - quando os pais permanecem mais importantes que os parceiros e filhos ou os primeiros parceiros mais importantes que os novos.

Com respeito ao peso, o relacionamento mais importante na família é entre o pai e a mãe; vem em seguida o relacionamento entre pais e filhos, os relacionamentos com a família em geral e, finalmente, os relacionamentos com outros grupos livremente escolhidos. 

Algumas pessoas, assoberbadas por um destino particularmente ingrato, podem ter peso sistêmico bastante para que a seqüência normal, de acordo com o tempo, deva ser ajustada."
.

Bert Hellinger

terça-feira, 4 de setembro de 2018

COMO É VIVER UMA VIDA DESPERTA?

"Como é viver uma vida desperta?Resultado de imagem para VIDA DESPERTA IMAGEM
Enquanto o mundo está tentando resolver os seus problemas e todos ao seu redor estão engajados na mesmo coisa, você não está.
Enquanto todos ao seu redor estão tentando descobrir, tentando alcançar, tentando "chegar lá", tentando merecer, você não está.
Enquanto todos pensam que o despertar é uma coisa grandiosa, nobre, encoberta por uma auréola, para você não é assim.
Enquanto todos estão fugindo desta vida agora, neste momento, para tentar chegar lá, você não está.
Onde todo mundo está discutindo com outra pessoa, principalmente com todo mundo, começando por si mesmo, você não está.
Onde todo mundo tem tanta certeza de que a felicidade virá quando algo for diferente do que é agora, você sabe que isso não acontecerá.
Quando todo mundo está procurando alcançar o estado perfeito e mantê-lo, você não está.
Quando todos ao seu redor têm toda uma série de ideias e crenças sobre uma grande variedade de coisas, você não tem.
Todos no caminho estão chegando lá; você não chegou a lugar algum.
Todo mundo está subindo a montanha; você está vendendo botas de caminhada e picaretas, no pé da montanha, na esperança de que se eles subirem e descerem de volta, eles poderão estar muito exaustos para fazer isso novamente.
Quando todos os outros estão olhando para o próximo livro, para o próximo professor, para o próximo guru para saber o que é real, para receber a chave secreta para uma vida desperta, você não está.
Você não tem uma chave porque não há uma fechadura para colocá-la.
Quando você está vivendo o que você é de uma maneira desperta, sendo simplesmente o que você sempre foi, você é realmente muito simples. Você basicamente fica sentado imaginando o motivo de todo esse alarido.
Quando todos estão sentados dizendo: "Espero que isso aconteça comigo", você se lembra quando fez isso. Você se lembra de que não encontrou uma solução para isso. Você lembra que toda a ideia de que houve um problema criou tudo isso.
Quando você está sendo o que você é, quando você está vivendo a vida desperta, não há ninguém para perdoar, porque não há ressentimento, não importa o que aconteça.
A verdade do seu ser não almeja a felicidade; poderia na verdade sequer se importar. Não anseia por amor, não porque você está tão cheio de amor, mas porque simplesmente não anseia por amor.
É muito simples. Não procura ser conhecido, altamente considerado ou compreendido. Quando você está vivendo o que você é de uma maneira desperta, não há mais um ideal para você. Você saiu de todo o ciclo de sofrimento, de se tornar; você não está interessado.
É uma vida curiosa na qual você se encontra. Você se encontra ... onde você está. Não onde eu estou, onde você está. Onde você realmente está. Onde nós realmente estamos.
É um lugar curioso para se estar (especialmente no começo) não ser motivado por nada - prazer ou desprazer, ajudar ou magoar, amar ou odiar.
A única coisa que vai te mover (e eu não quero ser muito poético sobre isso) é a mesma coisa que move uma folha pendurada em uma árvore.
É simplesmente porque a brisa sopra desse jeito. Então você sempre sabe o que fazer: a brisa sopra desse jeito, e é assim que você vai.
Você não faz mais perguntas. Você não avalia porque a brisa está soprando dessa maneira porque você sabe que não sabe por quê. E você sabe que não pode saber o porquê.
Nunca houve uma folha em qualquer lugar que soubesse por que o vento sopra daquele jeito naquele dia naquele momento. Essa brisa muda a orientação da sua vida, momento a momento, simplesmente porque é assim que a vida se move.
E quando você está vivendo em seu eu desperto, você não tem nenhuma discussão sobre como está se movendo porque é o mesmo que você é.
E você sabe que a brisa sempre esteve lá, desde o começo, e que não estava reservada para pessoas especiais.
Se você não percebeu isso em algum momento de sua vida, você sabe que era porque você não estava ouvindo, ou porque você pensou que tinha que descobrir algo antes que pudesse ouvir, ou porque você pensou que tinha que haver alguma conclusão antes que você pudesse escutar tão profundamente, sem agenda, então sem esperança de um futuro melhor, você sentiria o movimento.
Muitos de vocês sabem do que estou falando.
A verdade nunca explica por que está se movendo naquele momento. E se você perguntar, não dará nenhuma informação. Seria como uma folha perguntando ao vento: "Por que você está se movendo assim agora?" A questão não faz sentido para o vento.
Mas seu argumento com a maneira como a verdade se moveria - seja qual for esse caminho - não está mais lá para você. Você não está mais discutindo com isso. Você não está mais tentando descobrir.
Mãe Maria não descobriu. Buda não descobriu. Ramana não descobriu. Nenhum deles descobriu isso. Eles apenas se tornaram isso. Simples. Comum - da mesma forma que uma folha é comum.
Quando você está vivendo em seu ser desperto e vivendo de maneira desperta, o poder em qualquer nível não é um problema para você.
Não é interessante.
O poder de controlar outro ser humano não é interessante.
O poder intelectual não é interessante.
O poder de se controlar não é interessante.
O poder que as pessoas querem lhe dar não é interessante para você - não porque não deveria ser; simplesmente não é.
O que você quer fazer com isso? Você vê que não há nada que você queira fazer com isso.
Você percebe, na verdade do seu ser, que você é a totalidade em si, mas não tem interesse algum em fazer qualquer coisa com esse conhecimento, em usar esse conhecimento.
Finalmente, você percebe que você realmente não quer mudar ninguém, não porque você não deveria querer mudá-los, porque você simplesmente não quer. Você pode não querer estar perto de todos, mas ainda assim você não quer mudá-los.
Nada disso é ideal - é o fim dos ideais.
Nada disso é santidade; é o fim da santidade.
É o começo da totalidade. Nada disso é algo a ser alcançado, porque não é possível. É simplesmente o que está na verdade do seu ser. É só o que é.
Você não pode alcançar o que é naturalmente assim. E ninguém em nenhum lugar pode dizer quando ou por que, ou em que grau você abandonará a inverdade; você vai deixar ir quando você soltar, geralmente quando nada mais funciona.
Quando você está vivendo da maneira desperta, no ser desperto que você é, você está sozinho e finalmente se sente confortável com isso.
Você está sozinho, mas não está sozinho, porque o único que deveria encontrar você onde está - o único que poderia encontrá-lo onde você está cem por cento - era você.
Ninguém mais poderia conhecer você onde você está - talvez noventa por cento, talvez noventa e cinco. Ninguém pode te conhecer totalmente, exceto você.
Quando você finalmente conhece, então você não precisa de mais ninguém para fazer isso por você. Então você está sozinho, mais sozinho do que você poderia imaginar.
E estranhamente - muito estranhamente - você está mais conectado, mais íntimo, mais unido a tudo. Mais.
E você nunca teria pensado que aqueles dois poderiam de alguma forma estar juntos: total solidão e total unicidade. Você nunca teria imaginado que é assim que acabaria.
Mas isso acontece e sempre aconteceu.
E finalmente, quando você está apenas vivendo da maneira desperta que você realmente é, você nunca mais irá formar uma imagem de como é.
Mesmo quando estiver acontecendo, você não vai formar uma imagem porque você vai saber que são todas imagens, poeira. O jeito que foi ontem não será do jeito que é hoje".
Adyashanti
O Caminho Desperto