terça-feira, 16 de maio de 2017

EMOÇÕES E AS DOENÇAS - PSICOSSOMATICA HOLÍSTICA





O que é Psicossomática?


Enfermagem Como Arte: Doenças psicossomáticas A psicossomática é uma ciência interdisciplinar que gera diversas especialidades da medicina e da psicologia , para estudar os efeitos de fatores sociais e psicológicos, sobre processos orgânicos do corpo e sobre o bem-estar das pessoas.



 O termo também pode ser compreendido, tal como descreve  Julio Mello Filho , como "uma ideologia sobre a saúde, o adoecer e sobre as práticas de saúde, é um campo de pesquisas sobre estes fatos e, ao mesmo tempo, uma prática, a prática de uma medicina integral". (Wikipédia)

Na expressão mais comum, diz respeito a origem psicológica de determinadas doenças orgânicas e também as repercussões afetivas do estado de doença física no indivíduo.


Doença psicossomática é quando problemas psicológicos se tornam físicos. São as manifestações das doenças orgânicas provocadas por problemas emocionais, nervosismo, depressão, etc. 

A explicação seria que a mente não conseguiria resolver o problema com os mecanismos de defesa então "jogaria" o "problema" e/ou "ameaça" para o corpo excluir em forma de doença, sintomas.

Projeto de vida -> conflito -> conduta -> doença -> sintoma

As doenças psicossomáticas podem exercer ação na saúde do corpo de maneira intensa. O corpo possui suas próprias defesas, ou seja, ele coloca para fora as emoções que às vezes a pessoa tenta esconder por meio de tremor, dores de barriga, gestos e travamento de dentes.

As doenças relacionadas a sintomas psicossomáticos relacionam-se ao aparelho digestivo,respiratório,sistema vascular, locomotor,endócrino e cutâneo.
Dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, menstruações dolorosas, dor abdominal são sintomas muitas vezes relacionados a sentimentos não expressos, não digeridos. Muitas vezes sugere-se tratar a familia, pois a crise psicossomática pode indicar conflitos no relacionamento familiar.

No livro a Linguagem do Corpo de Cristina Cairo ela aborda que. "... sua saúde, suas finanças, sua vida familiar, amorosa e suas relações de amizade dependem do equilibrio entre a razão e a emoção".


Para Alaide Degani de Cantone,"...As emoções falam através do corpo e dos sintomas. Não adianta tratar apenas com remédios uma série de sintomas inespecíficos enquanto o verdadeiro problema se encontrar no inconsciente da pessoa. O estudo psicossomático é uma possibilidade de se conhecer o paciente de forma integral, onde o sintoma é conseqüência de vários fatores, inclusive ou talvez principalmente, emocional. O adoecimento do ser humano é uma das formas de expressão quando ele se encontra no limiar do sofrimento. Cabe ao profissional da área da Saúde, buscar compreender essa forma de linguagem. Foi a única maneira que o paciente encontrou para dizer que ele não está absolutamente, conseguindo lidar, com um certo equilíbrio, com as situações difíceis da sua vida."

A Psicossomática busca um entendimento da relação mente-corpo e dos processos de adoecimento. Ela parte da observação de distúrbios físicos nos quais os processos emocionais desempenham um certo papel, ou de situações clínicas nas quais uma perturbação psicológica aumenta o risco de desenvolver ou agravar determinada doença física
 

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Há uma profunda reciprocidade de ação entre corpo/espírito, de forma que reações sobre um ecoam sobre o outro.

É pelo sistema nervoso que o corpo físico se põe em contato com o corpo espiritual.

Ligando o espírito (energia) e o corpo (matéria) há outros corpos astrais (semi-materiais).
Entre eles, o duplo etéreo, que é um corpo fluídico, não visível pelos olhos materiais, mas formado por matéria do plano físico em estado de menor densidade ou condensação.
Suas principais funções:

1)      Absorver o Prana ou Vitalidade e enviá-lo a todas regiões do corpo físico.
2)      Servir de intermediário ou ponte entre o períspirito e o corpo físico, transmitindo a este a consciência dos contatos sensoriais físicos, e outrossim, permitindo a descida ao cérebro físico e ao sistema nervoso, da consciência dos planos espirituais.

Prana é a vitalidade, a energia construtora que coordena as moléculas físicas.

O Prana vitaliza o duplo etérico. A saúde das diversas partes do corpo  depende em grande parte da quantidade de prana distribuído. Essa distribuição se dá através de centros de forças/chacras.

Tudo o que melhorar as condições do duplo etérico melhorará a saúde do físico, e o que mudar a constituição do físico modificará também a constituição do duplo.

Todo tipo de alimento, o material de fora para dentro, bem como o alimento espiritual (pensamentos e sentimentos), de dentro para fora, são responsáveis pelo estado de saúde geral do indivíduo.
 

Ódio, tristeza, intemperança, medo, aflições, sensualismo, desânimo, impaciência, inconstância, são forças opressoras e dispersivas, abaixam ou exaltam demais os níveis vibratórios das células do duplo etérico e do corpo denso, originando doenças e desequilibrios no corpo.

Serenidade, confiança, fé, coragem, paciência, ânimo forte, alegria, temperança, etc. serão capazes de restabelecer a saúde ou o equilíbrio orgânico.

 Correlação entre doença e suas causas emocionais. (Louise Hay)
  • Sistema Digestivo – relação com os fatos.
  • Náusea e vômito – resistência e recusa às situações.
  • Dentes – decisão, vitalidade e força agressiva.
  • Cáries – indecisão. Perda da solidez interior.
  • Canal – índole, senso moral e familiar.
  • Maxilar – dosagem da força agressiva.
  • Gengiva – firmeza nas decisões.
  • Gengivite – frustração por não conseguir sustentar decisões.
  • Língua – prazer e articulação da expressão.
  • Afta – autopunição. Sentir-se despreparado e negar a própria capacidade. Excesso de acidez.
  • Mau hálito – desejo inconsciente de distanciar as pessoas.
  • Glândulas salivares – sentir-se preparado para os acontecimentos.
  • Caxumba – sentir-se impotente diante dos fatos.
  • Síndrome de Sjogren (SS) – revolta e indisposição em absorver os episódios da vida.
  • Faringe – aceitação dos fatos triviais.
  • Faringite – irritação por não saber lidar com episódios desagradáveis.
  • Esôfago – realismo.
  • Esofagite – constante irritação com tudo ao redor.
  • Hérnia de hiato – culpar-se pela situação atual.
  • Digestão – elaboração e aceitação dos acontecimentos.
  • Estômago – processador das emoções básicas frente aos fatos.
  • Estomatite – sentir-se invadido e não conseguir sustentar seu ponto de vista.
  • Suco gástrico – resposta mental às situações da vida.
  • Gastrite – atividade mental proporcionalmente maior que os fatos.
  • Úlcera – não se permitir falhar nem compartilhar os problemas. Agressividade sufocada.
  • Fígado – órgão da mudança. Força agressiva.
  • Hepatite – resistência ao novo, gerando bloqueios do fluxo natural de atuação na vida.
  • Cirrose – autodestruição.
  • Vesícula biliar – sentir-se em condições de enfrentar os grandes obstáculos da vida.
  • Pâncreas – abrir-se para a vida e as pessoas, extraindo o melhor da situação. Alegria e descontração em viver.
  • Depressão no pâncreas – a depressão é um quadro psicológico que acompanha as principais doenças pancreáticas.
  • Pancreatite – amargura, frustração e raiva.
  • Diabetes – pessimismo e depressão. Falta de docilidade na vida.
  • Hipoglicemia – ansiedade. Resgate do tempo perdido.
  • Intestino delgado – absorção e aproveitamento das experiências de vida. Capacidade de entendimento.
  • Diarréia – súbito desapego sem elaborar a experiência.
  • Intestino grosso – expressão dos mais profundos sentimentos. Doação e generosidade. Assimilação da vida.
  • Intestino preso – recusa na exteriorização dos sentimentos.
  • Prisão de ventre – meticulosidade, atrapalhar-se com os detalhes. Contenção da espontaneidade.
  • Apêndice – zelar pelos mais caros sentimentos.
  • Apendicite – tolher-se em seu mais profundo sentimento.
  • Diverticulite – tristeza e amargura. Culpar-se pelo que não realizou no passado.
  • Colite – relacionamento simbiótico.
  • Vermes – profundas ligações de apego e dependência. Idéias parasitárias.
  • Hemorróidas – preso às mágoas do passado.
  • Sistema Respiratório – relação com as idéias.
  • Fossas nasais – primeiro contato entre o externo e o interno. Habilidade para lidar com os palpites e sugestões dos outros.
  • Gripe ou resfriado – confusão interior. Despreparo para lidar com as mudanças. Falta de confiança no novo.
  • Rinite – abalar-se pelas confusões do ambiente. Não se permitir errar. Adotar um comportamento exemplar.
  • Sinusite – profunda irritação com alguém bem próximo. Decepção provocada pelas expectativas.
  • Laringe – seleção e discernimento entre idéias e fatos.
  • Laringite – irritação por não conseguir manter sua força de expressão. Frustração por não falar o que pensa.
  • Engasgo – ser surpreendido por coisas que vêm atravessadas.
  • Voz – via de expressão do ser.
  • Disfunções da fala – contenção dos impulsos.
  • Gagueira – incapacidade de falar por si. Tolher-se na expressão.
  • Calos nas cordas vocais – revolta e aspereza na forma de falar.
  • Brônquios – relação entre o interno e o meio externo. Interação harmoniosa com o ambiente.
  • Bronquite – dificuldade de relacionar-se com o ambiente. Sentir-se agredido e não saber como se expressar.
  • Ter necessidade de chamar a atenção, isolar-se ou fazer chantagem.
  • Asma brônquica – sentimento de inferioridade disfarçado pelo desejo de poder e controle do ambiente.
  • Pulmões – órgãos de contato e relacionamento com a vida e o ambiente.
  • Pneumonia – cansaço da vida. Irritação por ter se doado muito aos outros sem haver a troca.
  • Enfisema pulmonar – medo e negação da vida. Dificuldade de encarar os obstáculos.
  • Edema pulmonar – apego emocional seguido de desmotivação e perda da vontade de viver.
  • Tuberculose – crueldade e desejo de vingança sufocado.
  • Tosse - repressão dos impulsos agressivos e desejo de atacar.
  • Espirro – impulso de defesa contra idéias ou energias negativas.
  • Bocejo – mobilização orgânica para refazer-se do desgaste físico ou da perda energética. Desprendimento da negatividade agregada.
  • Ronco – teimosia. Não abrir mão de seus valores ou pontos de vista. Rigidez de idéias, dificuldade de mudanças.
  • Soluço – ansiedade e medo do desfecho de uma situação.
  • Sistema Circulatório – fluxo do ser pela vida.
  • Vasos sanguíneos – senso de direção e limites.
  • Aneurisma – negação da própria fragilidade e limitações, abraçando causas externas. Assumir responsabilidades para se manter no poder e controle da situação.
  • Arteriosclerose – resistência ao novo.
  • Varizes – estagnação numa situação desagradável. Frustração por não realizar idéias e objetivos. Fazer tudo o que precisa, menos o que é necessário.
  • Trombose – pessimismo e limitação na vida.
  • Flebite – intransigência e irritação diante dos obstáculos.
  • Coração – entusiasmo e motivação pessoal.
  • Problemas cardíacos no geral – desânimo e desmotivação.
  • Taquicardia – entusiasmo reprimido.
  • Angina – firmeza aparente, que esconde as amarguras e os sofrimentos.
  • Infarto – desmoronamento dos falsos valores. Perder a motivação e o entusiasmo pela vida.
  • Pressão arterial – fuga dos conflitos que envolvem a afetividade. Controle.
  • Pressão alta – fuga através da preocupação ou dedicação excessiva aos afazeres.
  • Pressão baixa – fuga pelo esquecimento. Desejo de abandonar tudo.
  • Sangue – expressão da individualidade. Fiel representante da alma, que dá vida ao corpo.
  • Tipos sanguíneos – revela características da personalidade.
  • A – pessoas conservadoras, detalhistas, harmoniosas, sem pretensões de liderança.
  • AB – pessoas colaboradoras, cumpridoras de compromissos, prestativas.
  • B – pessoas com autoconhecimento, que sabem o que querem, mas com dificuldades para lidar com os outros.
  • O – pessoas comunicativas, com capacidade de liderança, convincentes, determinadas, expressivas.
  • Anemia – falta de ânimo e vitalidade.
  • Coagulação sanguínea – capacidade de se refazer mediante as perdas.
  • Hemorragia – desrespeito ao ritmo interno, ultrapassar os próprios limites e perder-se naquilo que faz.
  • Leucemia – ressentimento por não conseguir manter sua integridade na vida.
  • Sistema Urinário – parceria e relacionamento.
  • Rins – correspondem ao âmbito da parceria. Capacidade de amar e de se relacionar.
  • Problemas renais – dificuldades de relacionamentos.
  • Cálculos renais – apego às complicações afetivas. Cultivar mágoas e criticar excessivamente os entes queridos.
  • Cólica renal – apego a quem ama. Não admitir nenhum tipo de ruptura no relacionamento.
  • Bexiga – necessidade de aliviar tensões emocionais e psicológicas.
  • Enurese noturna – emoções reprimidas. Tensões e medos liberados durante o sono.
  • Incontinência urinária – medo de perder o controle emocional em situações afetivas.
  • Problemas na bexiga – apego às complicações do passado, frustração e vitimismo.
  • Cistite – irritação com o parceiro ou com as intrigas no lar; traumas sexuais; ou, ainda, culpa pelas atitudes incorretas de um ente querido.
  • Uretrite – sentir-se irritado e chateado com as situações ao redor.
  • Sistema Reprodutor Feminino – realização da mulher na vida.
  • Frigidez – bloqueios que impedem a entrega no ato sexual.
  • Ovários – criatividade feminina.
  • Síndrome do ovário policístico – confusão mental. Dificuldade de expor suas idéias.
  • Cistos – criatividade sufocada. Culpa pelas idéias que deram erradas.
  • Tubas uterinas – elaboração das idéias. Maneira como se expressa a criatividade.
  • Laqueadura – influência negativa na elaboração das idéias.
  • Infertilidade/esterilidade (mulher/homem) – sentir-se incapaz de sustentar uma situação.
  • Útero – natureza feminina. Originalidade e espontaneidade.
  • Miomas e fibromas – deixar-se moldar pelo externo. Não preservar sua natureza íntima.
  • Menstruação – renovação, desprendimento e aceitação da feminilidade.
  • Problemas menstruais – rejeição da própria feminilidade. Dificuldade em lidar com as mudanças.
  • Amenorréia – regressão na maturidade feminina. Apego a situações ou pessoas que foram marcantes na sua vida.
  • Menopausa – maturidade emocional.
  • Vagina – prazer na vida e no sexo.
  • Vaginismo – falta de soltura e entrega ao prazer.
  • Ressecamento vaginal – despreparo para o prazer.
  • Coceira nos lábios vaginais – expectativas frustradas em relação ao prazer ou ao parceiro.
  • Corrimento (leucorréia) – profundos ferimentos afetivos ou sexuais.
  • Mamas (glândulas mamárias) – feminilidade e afetividade. Capacidade de entrega e doação.
  • Flacidez – falta de sustentação interior. Perda da autoconfiança.
  • Coceira – insatisfação com a dedicação ou a forma como é tratada pelos outros.
  • Amamentação – capacidade de doação.
  • Mastite – conflitos durante a dedicação.
  • Nódulos mamários – bloqueios afetivos.
  • Sistema Reprodutor Masculino – capacidade realizadora do homem.
  • Testículos – criatividade masculina.
  • Próstata – caráter masculino.
  • Problemas na próstata – deixar de ser original e perder o caráter.
  • Pênis – prazer masculino. Capacidade de concretizar os objetivos da vida.
  • Disfunção erétil (impotência) – autodepreciação, inferioridade e fracassos na vida.
  • Sistema Nervoso – interação.
  • Sistema Nervoso Central (SNC) – elo consigo mesmo.
  • Parkinson – excesso de poder e autoridade.
  • Alzheimer e/ou demência – durante a vida não conquistou o seu espaço no ambiente.
  • Dor de cabeça ou enxaqueca – extrema assiduidade. Preocupações excessivas. Pensamentos possessivos e congestão mental.
  • AVC (Acidente Vascular Cerebral) – sentir-se impossibilitado ou perdido na execução das atividades.
  • Epilepsia ou convulsão – impulsividade recalcada.
  • Tiques e cacoetes – impulsos e entusiasmos reprimidos.
  • Estresse – sentir-se desprovido de recursos interiores diante dos desafios existenciais.
  • Sono – ato de desligamento.
  • Insônia – não dar trégua ao sofrimento.
  • Transtorno bipolar do humor – instabilidade emocional e falta de sustentação interior.
  • Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) – falta de confiança em si. A pessoa cria fantasias trágicas e obrigasse a cumprir alguns rituais.
  • Coluna Vertebral – postura de vida. Fundamentação interior e auto-referência.
  • Postura corporal - posicionar-se favorável a si mesmo.
  • Região cervical e pescoço - interação do pensamento com os acontecimentos. Preservação dos próprios pontos de vista.
  • Dor no pescoço (cervicalgia) – difícil aceitação da realidade.
  • Torácica – liberdade de ser e capacidade de assumir-se.
  • Cifose – comprometimento demasiado com os outros e anulação de si.
  • Escoliose – deslocamento dos ideais e perda do eixo interior.
  • Lombar – sustentação interior em relação às vontades próprias. Liberdade para realizar desejos.
  • Lordose – resignação e anulação das vontades próprias.
  • Hérnia de disco ou bico-de-papagaio – não se sente merecedor dos privilégios e culpa-se pelo prazer.
  • Sacro – força impulsiva.
  • Cóccix – capacidade de escolha.
  • Sistema Nervoso Periférico – integração com o meio.
  • Nervos – intercâmbio entre o ser e a vida.
  • Gânglios – “divisor de águas” entre a estagnação e o sucesso.
  • Terminações nervosas – raiz da alma implantada na vida.
  • Trigêmeo – a identidade pessoal diante do grupo social.
  • Nevralgia do trigêmeo – conflitos de identidade.
  • Nervo ciático – contato com a realidade e perspectivas de futuro.
  • Dor ciática – dramatizar o futuro com base nos incidentes atuais
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Referências

Julio Mello Filho. Psicossomática Hoje. Artes Médicas. Porto Alegre.
Alaide Degani de Cantone Psicóloga Clínica com formação na área Hospitalar e Psicossomática - Especialista em Psicologia Hospitalar - Practitioner em Programação Neurolinguística - ) Mestre em Psicologia - Universidade São MarcosFormação em Psicossomática no Instituto Paulista de Psicossomática.

Louise Hay. Voce Pode Curar Sua Vida

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