Jung e a Mandala
Foi Jung que introduziu o conceito da mandala na psicologia moderna. Originou-se de sua própria busca pessoal, quando através de
um impulso interior pintava e desenhava constantemente na forma de um
círculo e percebia que seus desenhos mudavam como um reflexo de seu
estado mental.
Mandalas, uma
palavra que nas tradições indianas significa centro ou circunferência e é
considerada na Índia como um microcosmo da realidade ideal. Para Jung
as mandalas significavam um símbolo da nossa Essência (Self).
O ato de pintar uma mandala é criar um ambiente sagrado para entrarmos em contato com o nosso interior, com a nossa Essência, nosso Eu Superior.
O poder da contemplação de imagens terapêuticas reside na hipótese de que se estabeleça uma conexão quântica e que o contemplador e a imagem formam um só campo de energia. O contemplador olha para a imagem terapêutica estabelecendo uma troca energética. A imagem, por seu próprio conteúdo, desprende para o contemplador a luz com sua informação. Basta deixar os olhos escolherem onde se fixar, dando margem a um contato de dimensões conscientes e inconscientes, formando assim, uma ponte. Assim, a contemplação de imagens terapêutica se dá com silêncio interno e a pessoa se oferece um tempo para cuidar de si própria (Lazzarotto, p. 65)
O campo de força de uma mandala modifica a energia em vários níveis. Ele estimula a mente a equilibrar as emoções e ativa os processos físicos ajudando a restabelecer sua função plena. A mandala é uma fonte de cura. (Fioravante, 2007)
Que tal se aventurar a fazer uma mandala?





Nenhum comentário:
Postar um comentário