Todos temos família,
ancestralidade, trazemos uma historia no nosso DNA.
Nós somos 50% papai e 50% mamãe,
e nada poderá mudar isto, gostemos ou não.
Cada 50% por cento em nós traz um
grupo de experiências passadas, aproxidamente 4 mil....então imaginem o quanto de
sabedoria, erros e acertos trazemos na nossa historia pessoal hoje.
Nós fazemos parte de um grande conjunto de
histórias de vida..Nosso trabalho é trazer equilibrio, buscar novas
freqüências, energias e experiências para este grupo familiar.
Em Constelações Familiares perdemos um pouco
a noção de EU e passamos a fazer contato com o NÓS, com o coletivo.
Fazemos parte de um coletivo.
As Constelações Familiares foi
criada por Bert Hellinger.
É uma ciência que trabalha os
relacionamentos na família. É uma vivência sensorial.Desde antes de nos nascermos
estas relações já aconteciam.
E uma forma amorosa e responsável
de olhar para a nossa família.
A ciência de Bert Hellinger trabalha com o
campo quântico que é um fenônemo atemporal. Acontece um efeito de ressonância.
Quando trabalhamos em prática sensorial seus efeitos reverberam em todo clã
familiar.
Como
seres humanos temos uma
vibração. Trazemos uma vibração enquanto seres humanos porque pensamos,
porque amamos, porque sentimos. Tudo isto compõe nossa vibração.
A nossa vibração traduz para nós
o emaranhado da nossa família.
Nós somos seres relacionais, ou
seja...tudo é relacional. O mundo é relacional. A nossa natureza específica é
estarmos juntos, nos relacionando. As relações nos leva para um rumo.
Na prática sistêmica das
constelações familiares tratamos os emaranhados nos quais nos vinculamos
inconscientemente.
Todo emaranhado traduz falta de amor. São nós energéticos que
travam, que bloqueiam o livre fluir de nossa consciência maior.
Na prática passamos a olhar de
uma forma diferente para a nossa historia e a historia de nossa família.
Passamos a ver sob outra perspectiva, um novo olhar, uma nova estrutura de
pensamento.
Muitas vezes ouvimos as histórias
contadas que chegam até nós, nos vinculamos a dores, destinos.
A partir do
momento que começamos a olhar a historia na prática sistêmica, os sentimentos,
os nós emaranhados, passamos a ter uma nova compreensão, mais abrangente, mais
amorosa. Passamos a olhar de uma forma macro, maior, mais assertiva e
integramos toda nossa historia com erros, acertos e de forma amorosa, aceitando
e honrando tudo e todos que vieram antes de nós.
Honrar é aceitar, acolher o
que foi feito pois entendemos que foi o melhor naquele tempo,espaço e época,
daquelas pessoas, com aquelas consciências.
Sabemos que com todo nosso
conhecimento e tecnologias de hoje tambem erramos e assim aceitamos o que foi.
O
perdão só cabe a Deus que é maior, pois somente ele sabe...A nós não nos cabe
perdoar, pois não julgamos. Só perdoa quem julga e condena. Deixamos o perdão para o
grande, o maior que é Deus. Apenas
aceitamos. Foi o que foi..foi assim, e eu vou fazer algo de bom com isto tudo.
Se nós viemos de uma consciência
anterior onde verificamos falhas, erros...julgar,condenar,criticar não fará de
nós uma consciência melhor. O melhor a
fazer e integrar aquele aprendizado e seguir em frente fazendo algo de bom. Faz
sentido não?
A prática sistêmica de Bert Hellinger nos
mostra isto.
A partir deste novo olhar, desta
nova forma de ver, as mudanças começam acontecer pois nós mudamos nossa forma
de interpretar e agir. A mudança de atitude é fundamental.
Aceitar é outro nível...cria
condições. Tomar o destino da nossa família, entrar em concordância apazigua
tudo, gera paz...e conseguimos seguir adiante.
Toda vez que negamos, brigamos, apertamos o nó energético e todo o
emaranhado.
Todas as família tem seus
destinos. A nossa não é diferente, pior ou melhor.
Olhar para os destinos, para ver
e entender. Render-se ao que foi. Eu me
rendo. Eu não tenho como mudar nada.
Quando fazemos isto passamos para outra compreensão e conseguimos
alterar o nosso destino.
“Eu me rendo ao que foi” não faz mais justificativas, não culpa, não
julga.
Ai fica mole, fico suave, fica
leve...nem melhor, nem pior...fica solto...
Bert Hellinger nos fala que há,
além do inconsciente individual e do inconsciente coletivo, um “inconsciente
familar” que atua em cada membro da família. Para ele, existes 3 leis
básicas que atuam ao mesmo tempo: O PERTENCIMENTO, A ORDEM E O
EQUILÍBRIO.
Bert Hellinger gosta de chamar de “Ordens
do Amor”. Segundo ele, onde houverem pessoas convivendo, estas
3 leis estarão atuando. Estas 3 Leis
norteiam as relações familiares, profissionais, amorosas, as amizades.......Elas sempre estão
atuando. Quando transgredimos umas destas Leis a vida não flui e não prospera em
nenhum aspecto.
Indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 2011, Hellinger
tem hoje 90 anos e continua seu trabalho com as Constelações em todo o mundo. Suas
obras já foram traduzidas para mais de 20 idiomas. Segundo ele, quando
se age de acordo com as leis,
a vida flui e nossos objetivos se desenvolvem. Quando as
transgredimos, a conseqüência é perda da saúde, da vitalidade, da
realização e dos bons relacionamentos, assim como o fracasso nos
objetivos de vida.
Ao olhar os emaranhamentos
inconscientes e possível para a pessoa chegar uma solução nova e libertadora.

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